Não, obrigada! Isso nâo é comigo.
Gosto de me aproximar do objeto de meu estudo com calma. Poder observa-lo de varios angulos, ter todo o tempo necessario para calcular uma posição ideal ou um ponto mais apropriado, exatamente aquele ponto que irá revelar na foto, aquilo que eu ví e sentí da casa. É importante que eu consiga deixar claro que, o que eu capturei ali, vai muito além da simples reprodução de uma imagem.
Colo aqui, um pedacinho da reportagem do Terra:
A exploração urbana, ou urbex, é o hobby de visitar locais abandonados, como fábricas, túneis, catacumbas, linhas de trem e metrô, teatros, cinemas ou cidades.
Alguns desses exploradores resolveram unir a adrenalina de se aventurar por esses lugares à arte da fotografia. O resultados são imagens impressionantes, que mostram que também há beleza na desordem e na decadência.
Para chegar aos lugares mais interessantes, os exploradores, muitas vezes, tem que desrespeitar algumas regras, a não ser uma: "não tirar nada que não sejam fotografias e não deixar nada além de pegadas".
A prática da exploração urbana pode ser considerada arriscada. "Urbex também significa entrar sem autorização em propriedades alheias e há riscos inerentes, como a presença de seguranças, cachorros, sensores de movimento, prisões...", diz o fotógrafo Scott Haefner.
Pois é. Definitivamente, os urbex não são a minha turma. Talvez eu devesse fundar um UrbEx ligth, bem comportado, com devidas permissões e sem riscos maiores.
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| Esta linda casa abandonada ilustra a reportagem do Terra sobreos UrbEx |
Enquanto não encontro minha turma de UE-ligth, vou fazendo meu proprio acervo, em breve aqui exposto com comentários e opiniões minhas e de quem mais quiser se aventurar.

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